terça-feira, 18 de maio de 2010

Descoberto o ponto G!













O professor Boris Yeleve Ivanovich, professor doutor da Universidade Acadêmica de Kiev, descobriu, finalmente o misterioso ponto G, para espanto e convulsão do meio acadêmico mundial nos últimos tempos.

Boris nos recebeu em seu chalé de inverno localizado nos arredores de Kiev. Ele relatou sua descoberta cujo conteúdo eu aqui descrevo e que confirma que todas as grandes descobertas acontecem na maioria das vezes em situações triviais do dia a dia.

Nos contou Boris que, numa tarde de muito frio de Outubro de 2006, ele acabara de chegar a sua casa, depois de um dia exaustivo de aulas e palestras. Enquanto jogava xadrez com o seu cão siberiano Ruska, começou a reparar na sua esposa, Yelena, professora de ensino médio num subúrbio da capital, enquanto ela arrumava as coisas na sala. Aos poucos, Boris foi tendo uma ereção por conta dos trejeitos de sua querida mulher e companheira por mais de 40 anos.

Ele afastou o tabuleiro e deu a Ruska um osso de borracha, que ganhara de um colega da universidade que viajara pra Holanda para uma conferência sobre cachorros: “A psicologia canina e os seus efeitos nos gatos”. O brinquedo era para que o cão não molestasse os dois colegas quando estivessem jogando xadrez. Com o animal entretido, Boris se jogou sobre a mulher, que, a princípio, pensou que ele estivesse tendo um ataque de epilepsia, mas logo entendeu a real intenção do marido catedrático. Jogados no sofá, depois de algum tempo, finalmente eles tiraram as suas vestimentas de frio e começaram a cópula.

Lá pelas tantas, sem ver nenhuma reação aparente de gozo de sua companheira, coisa normal nos seus 40 anos juntos, Boris teve a idéia de pegar um pilão de esmagar alho e, tomado por um sentimento lascivo meio doentio, introduziu o objeto na vagina de Yelena. Após movimentos frenéticos de dentro pra fora e de fora pra dentro, ela deu um urro de prazer que fez Ruska correr da sala e se esconder dentro da lareira, mas o cão não demorou por lá, pois o espaço estava em brasas, queimando boa parte do pelo do pobre animal. “Você acredita que os anos se passaram e o cão ainda lembrava com pavor aquele momento trágico?” E explicou: “É que para o cachorro, toda vez que Yelena começava a cantar aquelas velhas canções russas, o pobre saía e debandada neve afora.” – confessou Boris entre um gole de vodka e uma tragada no cachimbo e continuou seu relato.

Yelena não parava de gozar. Boris interrompeu o coito artificial e deixou a parceira jogada de pernas pro ar, modos que o fez lembrar o pato de Kiev que eles comiam nas festas comemorativas de seu casamento. Boris correu imediatamente para a sua mala de guardar vodkas, tirou de lá um aparelho portátil de ultra-sonografia, desenvolvido pelos cientistas da “Nasa” russa e retornou para Yelena, que ainda estava meio desacordada pelo êxtase orgástico. Boris preparou o aparelho, lambuzou a mulher com banha de porco – não havia gel! -, depois com a mão direita ele passou o aparelho e com a esquerda ele voltou à carga com o pilão. Não deu outra, a mulher caiu em gritos de desespero outra vez. Através do pequeno monitor, Boris observou que, sendo o pilão de tamanho inferior ao seu pênis, que era de 23 centímetros, não tocava a área atrás e abaixo da parede do útero de sua mulher na direção da região denominada “terra de ninguém” que em russo é “земля никто”. Isso corresponde, no homem, ao local onde se encontra a próstata.

Boris chegou à conclusão de que o seu pênis avantajado não fazia efeito, ao contrário do pilão, que tinha mais ou menos 15 centímetros. Ele insistiu em tocar o local com o pilão, enquanto observava as imagens e imediatamente sua mulher caiu em desespero. Ela se contorcia, revirava os olhos e babava como se tivesse sido tomada por uma força maligna. Eureka!

Três dias depois, Boris foi comprovar sua experiência com seus colegas catedráticos e alguns estudantes da área, com a teoria de que também o homem tinha o seu ponto G, que ficou inibido pela ejaculação, mas que na verdade estaria na próstata. Boris escolheu um voluntário para fazer sua experiência, primeiro nele, depois no voluntário Ivan Valeriovisk Yakove, que por sinal tinha o pênis do tamanho ideal: 15 centímetros. Constatado que sua teoria estava correta, Boris foi aclamado pela academia russa de ciências. Ele já tem palestras agendadas em todos os países do mundo até 2015 e foi convidado para ser padrinho da “The Kiev Winter Gay Parade” deste ano. Todavia, tudo tem um preço, inclusive no avanço da ciência; Yelena depois dessa experiência ficou meio abobada, vive cantando velhas canções patrióticas da época gloriosa da União Soviética. Já, Ivan Valeriovisk Yakove, passou a viver na casa de Boris, ajudando-o nas pesquisas e nas coisas de casa. Ruska ficou surdo e nunca mais foi o enxadrista de antes.

Reportagem e Tradução do russo para o português: Nuno Antônio D’Almada – pro Jornal português Ciências e outros Ofícios Correlatos

4 comentários:

felipe disse...

flagrante fotográfico da reação de Ruskas no momento do aflorar de Yelena:
http://funnyanimals.zayebo.com/files/2009/04/funny-husky.jpg

Hélio Jorge Cordeiro disse...

hahahha! Realmente, o cão ficou deveras atônito, sem palavras, digamos assim. hahahah

Rubens da Cunha disse...

hehe,
longa vida aos homens de 15 cm :))

Hélio Jorge Cordeiro disse...

Tamos aí, Rubens...hummm? Tamos?! rsss